ALGUMAS REFLEXÕS SOBRE O TAMBOR DE MINA E OS TERREIROS DE PORTO VELHO

Luciano Leal da Costa Lima, Sônia Maria Gomes Sampaio

Resumo


O presente trabalho é parte de um trabalho monográfico apresentado em 2009 e, também, como resultado de pesquisa que desenvolvemos desde 2010 acerca dos cultos afro-brasileiros na cidade de Porto Velho, Estado de Rondônia. Aqui refletiremos acerca do segmento religioso chamado de “Tambor de Mina” que surgiu no Maranhão em meados do século XIX e difundiu-se por todo o Brasil. Fundado por africanos da etnia de Mina, na região da Costa da África Ocidental, o Tambor de Mina se estabeleceu como umas das práticas religiosas africanizadas mais expressivas da cultura negra, difundida por adeptos da nação Jeje e Nagô. Analisaremos sua vinda para essa região no início do primeiro quinquênio de 1910 e refletiremos sob as nuances históricas de suas adaptações e a aglutinação de novos elementos ao culto, os quais facilitaram a sua prática e a adoração aos voduns Davice, Savaluno, Dambira, Queviocô e Aladanu. Para que isso fosse possível, consultamos as obras de Ferreti (1996; 2006), Prandi (2005), Lima (2011), Teixeira (1993), dentre outros.


Palavras-chave


Daomé; Voduns; Tambor de Mina; Maranhão; Rondônia.

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