Fernando Pessoa e o leitor ideal

Regina Zilberman

Resumo


O artigo tem o objetivo de demonstrar como o caráter confessional do gênero lírico, em virtude da enunciação em primeira pessoa, pode subverter os estatutos ficcionais e sugerir a existência de um sujeito real a comandar o discurso. Tal abordagem dar-se-á a partir de uma leitura da poesia lírica de Fernando Pessoa e seus heterônimos e da poesia de Tomás Antônio Gonzaga.


Palavras-chave


Gênero lírico e enunciação; invenção e realidade; recepção; Fernando Pessoa; Tomás Antônio Gonzaga.

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