NO SPEAK ENGLISH: CHALLENGING THE HEGEMONY OF THE ENGLISH LANGUAGE

Ana Clarissa Nenevé

Resumo


ABSTRACT: Standard English has long held great prestige around the world and, more emphatically, in the places in which it has an official status. Despite the multiplicity of languages that exist in the zones of cultural borders, in which manifold cultures are negotiated in the same space, English still remains an imposition. Yet, there are those who do not easily bow to such hegemony and who struggle to find a voice that speaks for their mixed experiences. Therefore, this essay analyzes the connections between “How to tame a Wild tongue”, an essay from “Borderlands/La Frontera” (1987) by the Chicana writer Gloria Anzaldúa and the poem “Copulation in English” from the book “Emails from Scheherazad” (2003), by the Arab-American writer Mohja Kahf regarding the ways they challenge the status of Standard English as a dominant language, showing resistance to its ruling power, and how they somehow propose the idea of a hybrid language.

Keywords: English. Cultural borders. Languages. Resistance.

 

RESUMO: O inglês padrão tem há muito tempo mantido grande prestígio ao redor do mundo e, mais enfaticamente, nos lugares em que é língua oficial. Apesar da multiplicidade de línguas que existem nas zonas de fronteiras culturais, nas quais diversas culturas são negociadas no mesmo espaço, o inglês ainda continua sendo uma imposição. No entanto, há aqueles que não facilmente se curvam à sua hegemonia e que lutam para encontrar uma voz que fale por suas experiências mistas. Assim, este artigo analisa as conexões entre o ensaio da escritora Chicana Glória Anzaldúa, “How to tame a Wild tongue” do livro “Borderland/La Frontera” (1987) e o poema da escritora Árabe-Americana Mohja Kahf “Copulation in English” do livro “Emails from Scheherazad” (2003), sobre como eles desafiam o status do inglês padrão como uma língua dominante, demonstrando resistência ao seu poder prevalecente, e sobre como essas obras propõem, de certo modo, a ideia de uma língua híbrida. 

Palavras-chave: Inglês. Fronteiras culturais. Línguas. Resistência.


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