A PAISAGEM E O LUGAR PERCEBIDOS PELA MEMÓRIA

Sheila Castro dos Santos, João Carlos Pereira Coqueiro

Resumo


Este texto visa evidenciar como os membros do distrito de Alter do Chão, município de Santarém/Pará, expõem a apropriação da paisagem, contemplando-a e vivenciando-a dando sentido próprio ao lugar onde vivem. Utilizou-se para tal, o método da hermenêutica-fenomenológica que implica em reflexões interpretativas, onde há sequências de ações que foram entendidas por meio da construção da memória dos membros da comunidade alterense. Com a perspectiva de individualização interpretativa da memória conceitualizada na concepção de ‘minhadade’ proposta por Ricoeur, sendo significativa quando se busca a compreensão, enquanto ser no mundo e para o mundo, do que se viveu, do que se vive e da perspectiva de uma vivência plena. Há na memória uma suavidade que envolve o presente com a mistura sensível do passado. Ao pensar o presente têm-se ações moldadas por meio das experiências que fluem com as descobertas e permanências. Um resultado de somas, divisão e subtração formadora da continuidade humana.


Palavras-chave


Minhadade. Memória. Alterenses. Intertextos

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