"Até mesmo os cães choravam": o espelho colonial através da etnografia e da literatura em Michael Taussig e Mario Vargas Llosa

Guilherme Radomsky

Resumo


A vida de Roger Casement, cônsul do Império britânico responsável pelos relatórios que denunciaram terror, tortura e morte no Congo Belga e na fronteira entre Colômbia e Peru na virada do séc. XIX para o XX, é o ponto de partida para uma análise do colonialismo e de sua violência. Examinando uma etnografia (de Michael Taussig) e um romance (de Mario Vargas Llosa) que tocam à vida da personagem, busco articular ciências sociais e literatura para uma troca de perspectivas entre ambos os campos de conhecimento visando uma leitura crítica da modernidade e do colonialismo na América Latina.


Palavras-chave


Colonialismo. Modernidade. Violência social. Literatura latino-americana

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